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Conhecimento e informação nos preparam para sermos cada dia melhores. Confira os artigos que preparamos semanalmente para você.

Resultados em vendas começam pelo vendedor, não pela planilha
Quando falamos de vendas, é comum o foco recair em técnicas, funis, CRM e metas. Ferramentas essenciais, sem dúvida e muitos profissionais da área fazem um trabalho incrível nesse sentido. Mas algo que tenho observado entre empresários e empreendedores é que mesmo com a estratégia certa, os resultados nem sempre vêm. E, muitas vezes, o que está travando não está na planilha… está em quem preenche ela. Padrões familiares e inconscientes, como o medo de rejeição, crenças limitantes sobre dinheiro, ou experiências passadas de perda e abandono, muitas vezes atuam silenciosamente. E acabam minando a constância, a coragem, o foco: pilares indispensáveis para uma boa performance comercial. Você já se pegou reagindo de forma exagerada a uma situação simples no trabalho? Ou repetindo um padrão, mesmo depois de mudar a estratégia? Esses bloqueios emocionais, quando não identificados, refletem diretamente no comportamento profissional: procrastinação, dificuldade em negociar, medo de cobrar, desistência precoce… e, com o tempo, tudo isso aparece nos resultados. Segundo o Panorama de Vendas 2023 da RD Station, 74% das empresas brasileiras não atingiram suas metas. E um dos pontos que mais chama atenção é que, mesmo com ferramentas e processos, muitos vendedores desistem após poucas tentativas, o que pode revelar um impacto emocional por trás da performance. É por isso que acredito que vendas e autoconhecimento caminham juntos. Quanto mais clareza temos sobre nossos padrões e emoções, mais livres estamos para agir com leveza, presença e consistência. Nos últimos anos, tenho buscado integrar abordagens profundas com ferramentas práticas e os resultados mostram que trabalhar o “quem vende” é tão estratégico quanto qualquer técnica de venda. Se esse tema conversa com alguma vivência sua, sigo aberto para trocas. Luiz Oliveira é Proprietário da Luiz Oliveira Terapias E Consultoria Integrativa, membro Rne e Networker Nato

Autenticidade e Propósito: Como Histórias Verdadeiras Fortalecem a Marca e Elevam Sua Autoridade no Mercado
No cenário empresarial atual, consumidores e parceiros valorizam cada vez mais marcas que falam a verdade e compartilham sua história com autenticidade. Contar a trajetória de uma empresa de forma sincera não é apenas uma estratégia de marketing, mas uma forma de construir conexão emocional genuína. Quando uma organização revela sua origem, seus valores mais profundos e o propósito que a move, ela reforça sua credibilidade, fortalecendo sua reputação e seu posicionamento de liderança no setor. Uma narrativa verdadeira tem o poder de transformar a percepção da marca. Quando uma empresa conta como foi sua fundação, os obstáculos que enfrentou e os princípios que a sustentam, ela humaniza sua história, mostrando que sua trajetória é sustentada por esforço, dedicação e propósito real. Essa abordagem valoriza sua imagem de autoridade e solidifica seu status no mercado, diferenciando-se num ambiente cada vez mais competitivo. Afinal, uma marca que mostra sua essência conquista confiança duradoura. Um exemplo claro dessa estratégia é a história da Ambev. Desde a sua fundação, a empresa sempre reforçou sua origem sólida, mostrando como cresceu de uma pequena cervejaria familiar para uma das maiores do mundo. A narrativa da sua história de transformação, marcada por inovação, focada na qualidade e no compromisso com seus valores, ajudou a consolidar a sua liderança e a manter sua autoridade no mercado de bebidas. Essa história reforçou sua posição de destaque e trouxe credibilidade perante consumidores e investidores. Se sua marca deseja reforçar seu status e conquistar uma relação de confiança duradoura, contar de forma autêntica a sua história de fundação e trajetória é um caminho certeiro. Afinal, negócios sólidos são construídos com histórias verdadeiras que transmitem força, coragem e propósito. Débora Contatto é Proprietária da DeContar Storytelling, membra Rne e Networker Nata

Contador, você está deixando dinheiro na mesa — e nem sabia
Você provavelmente já fez de tudo para entregar excelência ao seu cliente. Cumpre prazos, resolve problemas, mantém a contabilidade em dia, muitas vezes indo além do escopo para manter a confiança. Mas e se eu te dissesse que há uma forma simples de gerar ganhos reais para seus clientes e para você também, sem aumentar sua carga de trabalho? Essa oportunidade já está na sua carteira de clientes. E poucos contadores estão aproveitando. A verdade que quase ninguém conta: empresas pagam tributos a mais todos os dias Por conta da complexidade do sistema tributário, é comum que empresas paguem a mais sem saber. A boa notícia: esses valores podem ser recuperados legalmente, com segurança, retroativo aos últimos 5 anos. E você, como contador, pode ser o responsável por entregar essa boa notícia, sem precisar dominar os detalhes técnicos. Basta contar com a Getax, uma consultoria especializada. Você pode ser o profissional que aponta caminhos — e não só obrigações Quando um cliente percebe que o próprio contador trouxe uma oportunidade de economia, ele entende que não contratou um prestador de serviço, mas um parceiro estratégico. Essa é a diferença entre ser lembrado apenas no dia do imposto e ser valorizado o ano inteiro. E aqui está o ponto mais interessante: você não precisa fazer esse trabalho sozinho. Com a parceria certa, você apenas identifica o cliente com potencial, e o resto fica por conta da Getax. Resultados reais, com empresas como as que você já atende Veja alguns casos concretos (sem nomes, mas com números que falam por si): Indústria no lucro real: mais de R$ 470 mil recuperados em créditos de PIS e COFINS acumulados; Comércio varejista optante pelo simples: R$ 58 mil devolvidos por excesso de tributação em receitas isentas; Indústria no lucro real: R$ 320 mil de IPI acumulados Imagine o impacto de apresentar uma economia assim para o seu cliente. E o melhor: você participa financeiramente desses ganhos, com ética e transparência. Oportunidade real: poucos contadores estão aproveitando Esse é o tipo de serviço que ainda não está no radar da maioria dos escritórios e justamente por isso, quem sai na frente se destaca com facilidade. Enquanto alguns contadores continuam apenas entregando obrigações, outros já estão sendo reconhecidos como fonte de economia, inteligência e crescimento. Essa é a chance de você ocupar esse lugar, com apoio, segurança e estrutura para entregar um serviço de alto valor sem sair da sua zona de expertise. Seus clientes precisam disso. E você também. Empresas com tributos recuperáveis estão por toda parte e a maioria nem sabe disso. Mas quem apresentar essa solução primeiro será lembrado. E valorizado. Essa é uma daquelas oportunidades que passam diante dos olhos, mas só alguns enxergam. Você vai deixar passar? Você pode transformar a vida financeira do seu cliente com uma única indicação. E, de quebra, ainda gerar uma renda extra para você. Se quiser entender melhor como funciona, sem compromisso, me chama. Posso te mostrar como outros contadores já estão aproveitando isso. Parceria de verdade é quando todo mundo cresce. E está mais perto do que você imagina. Solange Souza é Consultora de Negócios da Getax Soluções Tributárias, Networker Nata e membra da equipe Rne Virtude

Narrativas fundadoras: por que a origem da sua empresa ainda importa (e muito)
Toda empresa tem uma história de origem. Pode ter começado em uma garagem, em uma mesa de bar ou com uma ideia que surgiu durante uma crise pessoal. Mas nem todo empreendedor percebe o valor estratégico que essa narrativa tem para fortalecer a identidade da marca e gerar conexão real com clientes e parceiros. Em um mercado cada vez mais competitivo e impessoal, histórias autênticas ainda fazem toda a diferença. Empresas como a Amazon, por exemplo, resgataram recentemente em campanhas a imagem de Jeff Bezos embalando pacotes em sua garagem. Isso não é nostalgia — é estratégia. Ao reforçar sua origem simples e sua jornada de crescimento, a empresa cria uma ponte emocional com o público, mostrando que grandes negócios também nascem de ideias simples, desde que bem executadas. O mesmo acontece com marcas brasileiras como a Natura, que revisitou sua fundação nos anos 60 para destacar seus pilares de propósito e inovação. Para pequenas e médias empresas, esse tipo de storytelling pode ser ainda mais poderoso. Ao contrário das grandes corporações, negócios menores têm histórias mais próximas, humanas e acessíveis — exatamente o que o consumidor moderno busca. Contar como surgiu a primeira venda, as dificuldades do começo ou o “momento de virada” não é sinal de fragilidade, mas de autenticidade. É uma forma de criar empatia e construir confiança. Se você nunca contou publicamente como sua empresa nasceu, talvez esse seja o momento ideal. Reescreva essa narrativa com clareza, verdade e emoção. Mostre de onde você veio, o que aprendeu e por que isso importa para quem compra de você hoje. Sua origem é mais do que um capítulo passado — ela pode ser um ativo estratégico no presente e uma bússola para o futuro. Débora Contato é sócia da DeContar Storytelling, membra Rne, e networker nata

Elevação da carga tributária: você está preparado?
No final de maio os contribuintes foram pegos de surpresa com a elevação da carga tributária com o aumento do IOF – Imposto sobre operações financeiras – com aplicação imediata das alterações. Mas esse artigo não é para discutir sobre a validade ou não do aumento, sua vigência e efeitos, mas sim para fazer um alerta. É verdade que você, empresário e empreendedor, precisa estar sempre atento para o cenário do seu país e no Brasil há muitas oportunidades tributárias que trazem a folga, o fluxo de caixa necessário para que o seu negócio possa prosperar. Sim, em função da complexidade das regras tributárias as empresas acabam recolhendo tributos indevidamente, mas podem recuperar esses valores atualizados pela SELIC. E você já fez esse diagnóstico para saber o que está deixando de aproveitar? Se ainda não fez fale comigo. Se você tem uma dúvida jurídica eu tenho a solução! Aguardo o seu contato. Juliana Rizoli é especialista em Direito Tributário, membra Rne, e networker nata

Storytelling Digital: Como as Novas Plataformas Transformam a Forma de Contar Histórias
Nos últimos anos, o avanço da tecnologia e o surgimento de novas plataformas digitais revolucionaram a maneira como contamos e consumimos histórias. Redes sociais, vídeos curtos, podcasts e plataformas de streaming oferecem possibilidades infinitas de se conectar com o público de forma mais autêntica e envolvente. Essas plataformas tornam o storytelling mais acessível, permitindo que marcas e criadores transmitam suas mensagens de maneira mais direta, visual e emocional, atingindo diferentes públicos de forma rápida e eficiente. O uso de elementos visuais, como fotos, vídeos e infográficos, potencializa o impacto das narrativas, tornando-as mais memoráveis. Além disso, a interatividade proporcionada pelos canais digitais permite que o público participe ativamente das histórias, criando uma experiência mais personalizada e engajadora. Essa combinação de elementos visuais, som e participação contribui para que as histórias tenham maior alcance e ressonância na era digital, onde a atenção do público é cada vez mais disputada. Outro aspecto importante do storytelling digital é a possibilidade de mensurar resultados em tempo real. Ferramentas analíticas permitem acompanhar o engajamento, o alcance e a reação do público às histórias compartilhadas, possibilitando ajustes instantâneos e estratégias mais eficientes. Essa dinâmica reforça a importância de criar narrativas autênticas e relevantes, que dialoguem com o público-alvo de forma contínua e consistente, fortalecendo a relação entre marcas e consumidores. Por fim, o storytelling digital exige uma abordagem criativa e inovadora. É preciso pensar além do conteúdo estático e explorar formatos diversos, como vídeos curtos, histórias no Instagram, reels, podcasts ou transmissões ao vivo. Assim, empresas e criadores podem construir uma narrativa consistente e envolvente, capaz de conquistar a atenção em meio à vasta quantidade de informações disponíveis na internet. Portanto, adaptar-se às plataformas digitais e entender suas linguagens é fundamental para contar histórias que realmente façam a diferença na era digital. Débora Contatto é sócia da DeContar Storytelling, Networker Nata e membra da equipe Rne Êxito

Menos Impostos, Mais Caixa: 3 Oportunidades de Recuperação Tributária Que Sua Empresa Pode Estar Perdendo
Você pode estar deixando dinheiro na mesa. Empresas que atuam no Lucro Real ou têm operações industriais frequentemente pagam tributos a mais — muitas vezes sem saber. Uma boa notícia? É possível recuperar esses valores pagos indevidamente dos últimos 5 anos e transformá-los em fluxo de caixa imediatamente, com base legal consolidada. Veja 3 oportunidades que podem gerar ganhos relevantes: Exclusão da Substituição Tributária (ST) do PIS/COFINS A ST é uma antecipação de ICMS feita por um fornecedor, que não representa receita para quem vende o produto. Quando ela é incluída na base de cálculo do PIS e da COFINS, acaba gerando uma cobrança em dobro desses tributos. O que mudou: A Justiça percebeu que essa cobrança é indevida. As empresas agora podem retirar esses valores da base de cálculo e recuperar o que pagaram nos últimos 60 meses. Quem mais se beneficia: Automotivo (montagem e autopeças), atacadistas e distribuição de bebidas e supermercados. Créditos de PIS/COFINS não aproveitados – Cosit 66 Essa orientação da Receita permite que as empresas recuperem créditos de PIS/COFINS não usados corretamente na compra de insumos essenciais à produção. Insumos que geram crédito: Matérias-primas, componentes e serviços diretamente ligados à atividade-fim. Solução: Uma revisão especializada permite levantar créditos esquecidos e pedir sua restituição administrativa dos últimos 60 meses. Setores com maior potencial: Indústrias químicas, metalúrgicas, têxteis, bens de capital e montagem industrial. Ressarcimento de Créditos de IPI (Imposto Sobre Produto Industrializado) Acumulados Indústrias que vendem produtos isentos, com alíquota zero ou sob suspensão de IPI acabam acumulando créditos do imposto que não conseguem utilizar. Isso ocorre porque adquirem insumos tributados com IPI, mas não geram subsídios suficientes na saída para compensar esses valores — resultando em saldos que ficam parados no balanço. Com organização fiscal e apoio técnico, é possível solicitar o ressarcimento desses valores junto à Receita Federal, inclusive retroativamente. Por que vale a pena: Esses valores voltam para a caixa da empresa, gerando liquidez imediata e recursos para investir em modernização, expansão ou reforço do capital de giro. Principais beneficiados: Agroindústrias, indústrias automotivas, têxteis, metalúrgicas, eletroeletrônicas e de bens de consumo duradouros. Importante: Ao contar com uma consultoria especializada, essa etapa técnica e detalhada é focada com segurança, e o trabalho é complementar ao pleito dos créditos, trazendo mais assertividade e agilidade ao processo. Em meio à alta carga tributária, muitas empresas acabam pagando mais impostos do que deveriam, sem receber. A boa notícia é que esses valores podem ser recuperados com base legal sólida e retroatividade de até 60 meses, gerando liquidez imediata e reforçando a caixa da empresa. Mas para que esse processo traga resultados reais, com garantia e segurança é fundamental contar com apoio especializado. A Getax Soluções Tributárias oferece uma metodologia robusta que inclui: Diagnóstico completo e identificação dos créditos não aproveitados; Levantamento detalhado dos valores a recuperar, com base nas leis vigentes; Preparação, protocolo e envio de pedidos junto à Receita Federal; Acompanhamento contínuo até a efetiva liberação dos valores recuperados e responsável judicialmente sobre o trabalho por 60 meses após a liberação dos valores ao cliente. Com uma equipe multidisciplinar de tributaristas e consultores contábeis, a Getax transforma tributos pagos indevidamente em recursos para operações de seu negócio — com segurança, agilidade e resultados mensuráveis. Recuperar o que é seu por direito pode ser o primeiro passo para o próximo salto da sua empresa. Solange Souza é Consultora de Negócios da Getax Soluções Tributárias, Networker Nata e membro da equipe Rne Virtude

Por Que o Tráfego Pago Tradicional Está Te Fazendo Perder Dinheiro (E o Que Ninguém Te Conta)
Você investe em tráfego pago há meses (ou até anos) e sente que a conta não fecha? A cada nova campanha, é aquela expectativa: “dessa vez vai”. Mas no fim do mês, as vendas não acompanham o investimento, e você começa a questionar se o problema é você, o gestor, a plataforma ou… tudo junto. Se você está nesse cenário, esse texto é pra você. Aqui, vamos falar sem enrolação sobre as dores de quem apostou no tráfego pago tradicional — e está pagando caro por isso. 1. Mais clique, menos venda O seu gestor de tráfego te mostra relatórios cheios de cliques, impressões, engajamentos… Mas no final do dia, o que você quer mesmo é venda no caixa, e não gráfico bonito no painel. A realidade é que muita campanha dá resultado no papel, mas não gera faturamento. E pior: você nem sempre sabe como medir isso direito. 2. Toda reunião termina com: “precisamos de mais verba” Você questiona os resultados e a resposta é sempre a mesma: “É que o orçamento tá baixo… precisamos investir mais.” Mas você já colocou mais verba — uma, duas, cinco vezes — e nada mudou de verdade. Parece que o buraco está em outro lugar, mas ninguém diz onde. 3. Métricas que você não entende (ou nem vê) Talvez você nem saiba o que é CPL, CPA, ROAS, CTR… e tudo bem. O problema é que ninguém te explicou — e seu gestor parece preferir assim. Se você não sabe o que medir, fica refém da opinião de quem opera sua conta. E isso é perigoso. 4. Nada além de mídia paga Você olha pro seu marketing digital e vê que não tem estratégia de conteúdo, nem tráfego orgânico, nem posicionamento de autoridade. Parece que tudo gira em torno de anúncio — e você já percebeu que isso não se sustenta no longo prazo. 5. Você já não sabe mais se o problema é o tráfego ou o profissional Essa é a dor mais profunda. Você investe, ajusta, muda, troca criativo, aumenta verba… e o resultado continua medíocre. Chega uma hora em que você começa a duvidar se o problema é com você mesmo. Conclusão: não é você, é o modelo Se você se identificou com essas situações, não é falta de esforço, nem de vontade sua. O que acontece é que o modelo tradicional de tráfego pago está ultrapassado para quem busca consistência e lucro. 📘 Quer entender por que isso acontece e o que fazer diferente? 👉 Baixe agora o material gratuito: “Os 7 Erros Fatais que Fazem Você Perder Dinheiro com Tráfego Pago” Descubra o que está por trás das campanhas que não performam — e o que empresários inteligentes fazem para virar o jogo. 📍 https://avalanchedeclientes.com.br Giovanni Ballarin é sócio da Mestres do Site, Networker Nato e membro da equipe Rne Sinergia

Atenção empresas habilitadas no PERSE: Bares, Restaurantes, Hoteis, Casas de Shows, Empresas de Eventos etc.
No dia 24.03.2025 a Receita Federal divulgou a informação de que o benefício fiscal do PERSE atingiu o seu limite orçamentário e, por isso, seria extinto a partir do mês de abril de 2025. Com essa extinção, as empresas que estão habilitadas no PERSE terão que voltar a recolher o IRPJ, a CSLL, o PIS e a COFINS normalmente, pois a alíquota zero desses tributos já foi revogada. É um aumento significativo, relevante e inesperado da carga tributária das empresas, que de uma hora para outra terão que passar a recolher os tributos. Essa notícia fez com que as empresas dos setores beneficiados adotassem medidas judiciais para permanecer no PERSE até o ano de 2027, tal como definido na legislação de 2021 que criou o benefício fiscal. De fato algumas empresas já obtiveram decisões liminares, para permanecer no PERSE até o ano de 2027. Você trabalha nessa área ou conhece alguém que se beneficiaria desse assunto? Gostaria de entender mais do assunto? Entre em contato comigo no privado. Juliana Rizoli é Advogada, especialista em Direito Tributário, e membra da equipe Rne Essencial

Controle emocional: dá mesmo para praticar?
Muito se fala sobre inteligência emocional, autoconhecimento e regulação emocional. Mas será que é realmente possível praticar essas teorias diante dos desafios do nosso dia a dia? É “realmente real” lidar com as emoções para alcançar o sucesso pessoal e profissional? Vamos por partes. Começando a entender de forma racional o que são as emoções: são sensações físicas e psicológicas que nos fazem reagir a diferentes situações da vida; elas também nos motivam a buscar os nossos objetivos, a superar os nossos medos, a resolver os nossos problemas, a criar os nossos valores, a desenvolver a nossa criatividade e a construir a nossa identidade. Já o controle emocional refere-se à capacidade de gerenciar nossas emoções de maneira consciente e equilibrada. É a habilidade de reconhecer, compreender e regular nossos sentimentos, independentemente do que acontece à nossa volta. A teoria por trás desse conceito envolve os seguintes pontos: Inteligência Emocional: O controle emocional está intimamente ligado à inteligência emocional. Daniel Goleman, em seu livro “Inteligência Emocional”, destaca a importância de reconhecer e lidar com as emoções para alcançar o sucesso pessoal e profissional. Autoconhecimento: A teoria sugere que o autoconhecimento é fundamental para o controle emocional. Conhecer nossas próprias emoções, gatilhos e padrões de comportamento nos permite agir de forma mais consciente. Regulação Emocional: A teoria também aborda estratégias para regular as emoções, como a respiração consciente, a reavaliação cognitiva e a expressão saudável dos sentimentos. Mindfulness e Meditação: A prática regular de mindfulness e meditação ajuda a aumentar a consciência emocional e a cultivar a calma interior. Autoobservação: Observe suas reações emocionais em diferentes situações. Pergunte-se: “Como estou me sentindo? Por quê?” Isso ajuda a identificar padrões e gatilhos. Técnicas de Respiração: A respiração consciente é uma ferramenta poderosa para regular as emoções. Experimente técnicas como a respiração abdominal ou a contagem de inspirações e expirações. Reavaliação Cognitiva: Desafie pensamentos negativos e distorcidos. Pergunte-se se eles são realistas e se servem ao seu bem-estar. Expressão Saudável: Encontre maneiras saudáveis de expressar suas emoções, como conversar com um amigo, escrever em um diário ou praticar atividades criativas. A Psicoterapia com foco em gestão de estresse também ajuda nesse processo, pois ela integra os estudos dos óleos essenciais e a relação com a saúde emocional e física utilizando aspectos da Neurociência e da Psicologia Positiva. O objetivo é aliviar, harmonizar e liberar sentimentos através da conscientização e mudança de emoções e atitudes. Em uma consulta comigo (presencial ou online), você terá acesso a um plano personalizado de saúde mental e emocional para lidar com os desafios do dia a dia. Vamos juntos? Nathália Bernardi – Psicoterapeuta especialista em gestão de estresse, membra da equipe Rne Essencial.

Pejotização no Brasil: da permissão à suspensão das ações pelo STF
A década de 1990 foi marcada pela globalização e o avanço do neoliberalismo, impulsionando empresas a buscarem reduzir os custos e os encargos decorrentes das relações trabalho (FGTS, INSS, férias e 13º salário). Nos anos 2000, a pejotização foi incorporada ao jornalismo, saúde, direito e tecnologias, gerando inúmeras denúncias de contratos irregulares, levando o assunto a ser visto com máxima preocupação pelas autoridades fiscalizadoras do trabalho. O STF tem chamado de “nova forma de trabalho no país”. Mas o que é a pejotização? Consiste em contratar trabalhadores como pessoas jurídicas (PJs), em vez de empregados, com o objetivo de reduzir encargos trabalhistas e tributários. Embora possa ser legítima em alguns contextos, muitas vezes é utilizada para fraudar direitos trabalhistas. A contratação de PJs é cada vez mais crescente, especialmente após a Reforma Trabalhista e, por isso, o advogado especialista é essencial para construir contratos sólidos. Com o advento da Lei 13.467/2017, que instituiu a Reforma Trabalhista, a flexibilização das regras ampliou a terceirização, permitindo usá-la em todo o processo produtivo (atividade meio e fim) e incentivou a pejotização como forma de reduzir encargos e custos. Com isso, a quantidade de ações sobre licitude de contratos de prestação de serviços tem abarrotado as Varas do Trabalho, pedindo a nulidade do instrumento e o reconhecimento do vínculo de emprego e o pagamento de 13º salários, férias, horas extras, FGTS e INSS. O vínculo de emprego se forma entre o empregador e o empregado, quando este presta serviços àquele habitualmente, mediante remuneração e sem se fazer substituir por outro, sujeitando-se aos mandos e ordens. Por isso, além de um contrato sólido, a empresa contratante deve observar critérios específicos de como a relação se amolda. O contrato pode ser declarado nulo (art. 9º, da CLT), se os fatos demonstrarem que foi utilizado para maquiar uma relação de emprego. É a aplicação do princípio da primazia da realidade. Na prestação de serviços, em regra, as partes estão em pé de igualdade, com flexibilização e autonomia. Quem contrata deve observar o capital social da PJ contratada, o CNAE e sua relação com o objeto do contrato, para robustez em eventual defesa, caso sofra ação trabalhista, sendo imprescindível a discussão da subordinação jurídica e estrutural no processo. O número de ações aumentou e os advogados passaram a propor reclamações constitucionais, no STF, para discutir a competência da Justiça do Trabalho para julgá-las. O Plenário do STF reconheceu, em abril de 2025, a repercussão geral da matéria (Tema 1389), que envolve não apenas a validade dos contratos, mas a competência da Justiça do Trabalho para julgar supostas fraudes. O ministro Gilmar Mendes determinou a suspensão nacional de todos os processos sobre licitude da contratação de trabalhador autônomo ou PJ para prestar serviços (“pejotização”). É essencial que empresas busquem orientação jurídica para adequar suas relações de trabalho, evitando riscos futuros. Marlon Marques, sócio de Cursino Advogados, especialista em Direito do Trabalho, certificado em Compliance Trabalhista, advogado, palestrante e membro da Comissão de Direito do Trabalho da OAB/PE. Também é membro da equipe Rne Êxito.

Revisão Tributária: Risco ou Oportunidade?
Durante muito tempo, a revisão tributária foi vista com desconfiança por parte de empresários e gestores: “Será que vale a pena mexer nisso?”, “E se descobrirem algo errado?”, ou até mesmo “A Receita pode interpretar mal esse movimento?”. Mas a verdade é que essa visão já está ultrapassada. Hoje, a própria Receita Federal confirma a legitimidade da recuperação de créditos tributários — especialmente aqueles já pacificados e amplamente aceitos pela própria administração fiscal. Ou seja, a revisão tributária deixou de ser um risco e passou a ser uma prática estratégica e rotineira entre empresas que buscam saúde financeira e conformidade fiscal. Um processo legal, seguro e reconhecido É importante frisar que: verificar tributos e recuperar créditos é um direito garantido pela lei nº 9.430/1996, Arts. 73 e 74. A Receita Federal prevê e orienta o procedimento de restituição e compensação de tributos pagos indevidamente ou a maior, atualmente a Instrução Normativa RFB nº 2.055/2021 rege estes procedimentos. Além disso, muitos créditos já foram pacificados pela própria Receita e pelo Judiciário, o que significa que não há mais dúvidas ou controvérsias sobre o direito de aproveitá-los. Entre os exemplos mais comuns, podemos citar: Créditos de PIS e COFINS sobre insumos (com jurisdição firmada pelo STJ) Restituição de ICMS-ST pago indevidamente, com base em decisões pacificadas do STF Exclusão do ICMS da base de cálculo do PIS/COFINS, conforme julgamento do “Tema 69” Esses e outros créditos são rotineiramente recuperados por empresas de diversos portes e segmentos, através de procedimento administrativo amparado legalmente. A Receita Federal analisa, homologa e, quando tudo está em conformidade, autoriza a restituição ou ressarcimento — sem qualquer tipo de deliberação. Revisão tributária: não é exceção, é rotina Tem aumentado a quantidade de empresas que adotam a revisão tributária como parte de uma gestão fiscal inteligente e preventiva. Não se trata de “mexer em vespeiro” ou “forçar interpretações”. O objetivo é simples: verificar se a empresa pagou corretamente os tributos ou se utilizou de todos os benefícios que tornariam este tributo menor e, se não, exercer o direito de reaver ou requerer o que é seu. Ignorar essa possibilidade é, na prática, deixar dinheiro na mesa. Dinheiro que poderia fortalecer o caixa, ser investido em novos projetos ou até equilibrar contas em momentos difíceis. Oportunidade com segurança A revisão tributária, quando fornecida por profissionais especializados e com base em entendimentos já consolidados, é extremamente segura. Além disso, ao identificar práticas fiscais incorretas ou ineficientes, ela ajuda a prevenir autuações futuras e melhorar a governança tributária da empresa. Em resumo, é uma ação que envolve economia, legalidade e inteligência de gestão. Conclusão Não há espaço para tabus quando se trata de gestão eficiente. A revisão tributária, ampliada pela legislação e autorizada pela própria Receita Federal, é uma ferramenta estratégica. Empresas que aproveitam os créditos tributários pacificados estão simplesmente fazendo valer seus direitos — com segurança, transparência e foco no resultado e estão à frente de seus concorrentes. Portanto, quando a pergunta para: “Revisão tributária: risco ou oportunidade?”, a resposta é clara: É uma oportunidade — e das boas. Quer saber como sua empresa pode se beneficiar dessa estratégia? Entre em contato conosco e descubra oportunidades escondidas em seus impostos. Solange Souza é Consultora de Negócios da Getax Soluções Tributárias, Networker Nata e membro da equipe Rne Virtude