Storytelling Digital: Como as Novas Plataformas Transformam a Forma de Contar Histórias

Nos últimos anos, o avanço da tecnologia e o surgimento de novas plataformas digitais revolucionaram a maneira como contamos e consumimos histórias. Redes sociais, vídeos curtos, podcasts e plataformas de streaming oferecem possibilidades infinitas de se conectar com o público de forma mais autêntica e envolvente. Essas plataformas tornam o storytelling mais acessível, permitindo que marcas e criadores transmitam suas mensagens de maneira mais direta, visual e emocional, atingindo diferentes públicos de forma rápida e eficiente. O uso de elementos visuais, como fotos, vídeos e infográficos, potencializa o impacto das narrativas, tornando-as mais memoráveis. Além disso, a interatividade proporcionada pelos canais digitais permite que o público participe ativamente das histórias, criando uma experiência mais personalizada e engajadora. Essa combinação de elementos visuais, som e participação contribui para que as histórias tenham maior alcance e ressonância na era digital, onde a atenção do público é cada vez mais disputada. Outro aspecto importante do storytelling digital é a possibilidade de mensurar resultados em tempo real. Ferramentas analíticas permitem acompanhar o engajamento, o alcance e a reação do público às histórias compartilhadas, possibilitando ajustes instantâneos e estratégias mais eficientes. Essa dinâmica reforça a importância de criar narrativas autênticas e relevantes, que dialoguem com o público-alvo de forma contínua e consistente, fortalecendo a relação entre marcas e consumidores. Por fim, o storytelling digital exige uma abordagem criativa e inovadora. É preciso pensar além do conteúdo estático e explorar formatos diversos, como vídeos curtos, histórias no Instagram, reels, podcasts ou transmissões ao vivo. Assim, empresas e criadores podem construir uma narrativa consistente e envolvente, capaz de conquistar a atenção em meio à vasta quantidade de informações disponíveis na internet. Portanto, adaptar-se às plataformas digitais e entender suas linguagens é fundamental para contar histórias que realmente façam a diferença na era digital.   Débora Contatto é sócia da DeContar Storytelling, Networker Nata e membra da equipe Rne Êxito

Menos Impostos, Mais Caixa: 3 Oportunidades de Recuperação Tributária Que Sua Empresa Pode Estar Perdendo

Você pode estar deixando dinheiro na mesa. Empresas que atuam no Lucro Real ou têm operações industriais frequentemente pagam tributos a mais — muitas vezes sem saber. Uma boa notícia? É possível recuperar esses valores pagos indevidamente dos últimos 5 anos e transformá-los em fluxo de caixa imediatamente, com base legal consolidada. Veja 3 oportunidades que podem gerar ganhos relevantes: Exclusão da Substituição Tributária (ST) do PIS/COFINS A ST é uma antecipação de ICMS feita por um fornecedor, que não representa receita para quem vende o produto. Quando ela é incluída na base de cálculo do PIS e da COFINS, acaba gerando uma cobrança em dobro desses tributos. O que mudou: A Justiça percebeu que essa cobrança é indevida. As empresas agora podem retirar esses valores da base de cálculo e recuperar o que pagaram nos últimos 60 meses. Quem mais se beneficia: Automotivo (montagem e autopeças), atacadistas e distribuição de bebidas e supermercados. Créditos de PIS/COFINS não aproveitados – Cosit 66 Essa orientação da Receita permite que as empresas recuperem créditos de PIS/COFINS não usados ​​corretamente na compra de insumos essenciais à produção. Insumos que geram crédito: Matérias-primas, componentes e serviços diretamente ligados à atividade-fim. Solução: Uma revisão especializada permite levantar créditos esquecidos e pedir sua restituição administrativa dos últimos 60 meses. Setores com maior potencial: Indústrias químicas, metalúrgicas, têxteis, bens de capital e montagem industrial. Ressarcimento de Créditos de IPI (Imposto Sobre Produto Industrializado) Acumulados Indústrias que vendem produtos isentos, com alíquota zero ou sob suspensão de IPI acabam acumulando créditos do imposto que não conseguem utilizar. Isso ocorre porque adquirem insumos tributados com IPI, mas não geram subsídios suficientes na saída para compensar esses valores — resultando em saldos que ficam parados no balanço. Com organização fiscal e apoio técnico, é possível solicitar o ressarcimento desses valores junto à Receita Federal, inclusive retroativamente. Por que vale a pena: Esses valores voltam para a caixa da empresa, gerando liquidez imediata e recursos para investir em modernização, expansão ou reforço do capital de giro. Principais beneficiados: Agroindústrias, indústrias automotivas, têxteis, metalúrgicas, eletroeletrônicas e de bens de consumo duradouros. Importante: Ao contar com uma consultoria especializada, essa etapa técnica e detalhada é focada com segurança, e o trabalho é complementar ao pleito dos créditos, trazendo mais assertividade e agilidade ao processo. Em meio à alta carga tributária, muitas empresas acabam pagando mais impostos do que deveriam, sem receber. A boa notícia é que esses valores podem ser recuperados com base legal sólida e retroatividade de até 60 meses, gerando liquidez imediata e reforçando a caixa da empresa. Mas para que esse processo traga resultados reais, com garantia e segurança é fundamental contar com apoio especializado. A Getax Soluções Tributárias oferece uma metodologia robusta que inclui: Diagnóstico completo e identificação dos créditos não aproveitados; Levantamento detalhado dos valores a recuperar, com base nas leis vigentes; Preparação, protocolo e envio de pedidos junto à Receita Federal; Acompanhamento contínuo até a efetiva liberação dos valores recuperados e responsável judicialmente sobre o trabalho por 60 meses após a liberação dos valores ao cliente. Com uma equipe multidisciplinar de tributaristas e consultores contábeis, a Getax transforma tributos pagos indevidamente em recursos para operações de seu negócio — com segurança, agilidade e resultados mensuráveis. Recuperar o que é seu por direito pode ser o primeiro passo para o próximo salto da sua empresa.     Solange Souza é Consultora de Negócios da Getax Soluções Tributárias, Networker Nata e membro da equipe Rne Virtude

Por Que o Tráfego Pago Tradicional Está Te Fazendo Perder Dinheiro (E o Que Ninguém Te Conta)

Você investe em tráfego pago há meses (ou até anos) e sente que a conta não fecha? A cada nova campanha, é aquela expectativa: “dessa vez vai”. Mas no fim do mês, as vendas não acompanham o investimento, e você começa a questionar se o problema é você, o gestor, a plataforma ou… tudo junto. Se você está nesse cenário, esse texto é pra você. Aqui, vamos falar sem enrolação sobre as dores de quem apostou no tráfego pago tradicional — e está pagando caro por isso.   1. Mais clique, menos venda O seu gestor de tráfego te mostra relatórios cheios de cliques, impressões, engajamentos… Mas no final do dia, o que você quer mesmo é venda no caixa, e não gráfico bonito no painel. A realidade é que muita campanha dá resultado no papel, mas não gera faturamento. E pior: você nem sempre sabe como medir isso direito.   2. Toda reunião termina com: “precisamos de mais verba” Você questiona os resultados e a resposta é sempre a mesma: “É que o orçamento tá baixo… precisamos investir mais.” Mas você já colocou mais verba — uma, duas, cinco vezes — e nada mudou de verdade. Parece que o buraco está em outro lugar, mas ninguém diz onde.   3. Métricas que você não entende (ou nem vê) Talvez você nem saiba o que é CPL, CPA, ROAS, CTR… e tudo bem. O problema é que ninguém te explicou — e seu gestor parece preferir assim. Se você não sabe o que medir, fica refém da opinião de quem opera sua conta. E isso é perigoso.   4. Nada além de mídia paga Você olha pro seu marketing digital e vê que não tem estratégia de conteúdo, nem tráfego orgânico, nem posicionamento de autoridade. Parece que tudo gira em torno de anúncio — e você já percebeu que isso não se sustenta no longo prazo.   5. Você já não sabe mais se o problema é o tráfego ou o profissional Essa é a dor mais profunda. Você investe, ajusta, muda, troca criativo, aumenta verba… e o resultado continua medíocre. Chega uma hora em que você começa a duvidar se o problema é com você mesmo.   Conclusão: não é você, é o modelo Se você se identificou com essas situações, não é falta de esforço, nem de vontade sua. O que acontece é que o modelo tradicional de tráfego pago está ultrapassado para quem busca consistência e lucro. 📘 Quer entender por que isso acontece e o que fazer diferente? 👉 Baixe agora o material gratuito: “Os 7 Erros Fatais que Fazem Você Perder Dinheiro com Tráfego Pago” Descubra o que está por trás das campanhas que não performam — e o que empresários inteligentes fazem para virar o jogo. 📍 https://avalanchedeclientes.com.br   Giovanni Ballarin é sócio da Mestres do Site, Networker Nato e membro da equipe Rne Sinergia