Neuromarketing: Produto “me Vale Madres” – “Eu não me importo”

É isso realmente… O teu produto não me importa… Triste né?, Mas… ninguém lá fora está comprando produtos. Conheça seu cliente (que compra): Primeiro, preciso te dizer que meu neuromarketing não se trata de gatilhos mentais, nem de cores, nem de onde vai o botão de comprar, isso é parte do neuromarketing, sim, é parte, só que o que aprendi em um dos laboratórios mais importantes do mundo empresarial e de negócios (tanto que eles ajudam em consultoria, pesquisa, treinamentos a quase 200 empresas da Fortune 500, ou seja, das empresas que mais faturam no mundo a cada ano).   Neuromarketing Então, do que se trata meu neuromarketing? Em nossa metodologia, há 2 pontos importantes: Os 3 cérebros e o inconsciente coletivo. Rapidamente te falo do Dr. Paul Maclean, neurocientista que nos anos 50/60 lançou uma teoria única (hoje em dia os cientistas dizem que está ultrapassada, e sim, está ultrapassada, mas é o melhor que pode haver para entender o curioso do cérebro humano e sua influência nos negócios) essa teoria é chamada de Teoria do Cérebro Trino. Diz que os seres humanos têm 3 cérebros:   a)   Os 3 cérebros 1. Cérebro Reptiliano (Cérebro Primário ou Instintivo) Responsável pelas funções mais básicas e instintivas. Influência nas vendas: Segurança: A compra precisa parecer segura e sem riscos. Sobrevivência: Produtos ou serviços que prometem proteção, saúde ou bem-estar tendem a atrair esse cérebro. Economia de esforço: Soluções simples e práticas que economizam tempo ou energia. Aspecto visual: Atrai-se por formas simples, cores impactantes e mensagens claras. 2. Cérebro Límbico (Cérebro Emocional) Focado em emoções e conexões. Influência nas vendas: Identificação emocional: Histórias e experiências que provocam sentimentos intensos como felicidade, pertencimento ou nostalgia. Conexão com valores: Marcas que alinham seus produtos aos valores pessoais do consumidor. Relações sociais: Produtos que ajudam a criar laços ou que conferem status social. Prazer: Ofertas que prometem satisfação, relaxamento ou divertimento imediato. 3. Cérebro Córtex (Cérebro Racional) Responsável pela lógica e pelo raciocínio. Influência nas vendas: Justificação da compra: Depois de decidir emocionalmente, o consumidor usa o córtex para justificar a decisão com lógica. Dados e informações: Explicações detalhadas sobre o produto ou serviço, como especificações, benefícios e análises comparativas. Solução de problemas: Produtos que prometem resolver um problema complexo são mais atrativos para este cérebro. Planejamento futuro: Mensagens que envolvem investimento de longo prazo ou retornos concretos. Nós enfatizamos que a decisão de compra começa principalmente pelo cérebro reptiliano e límbico, enquanto o córtex é usado apenas para validar a escolha. Por isso, sempre propomos estratégias de marketing que priorizam as emoções e os instintos, antes de apresentar argumentos racionais.   b)  Inconsciente coletivo o inconsciente coletivo como um fator crucial para compreender as motivações mais profundas dos consumidores. Este conceito, inspirado na psicologia de Carl Jung, refere-se a um nível mais profundo da mente humana, onde residem símbolos, valores, crenças e padrões universais que influenciam o comportamento das pessoas em um contexto social e cultural. Nós aplicamos essa ideia às vendas e ao neuromarketing de diversas formas.   O que realmente influencia o inconsciente coletivo do nosso cliente no momento da compra? Quem e como é o público ao qual você se dirige, que gênero, idade, etc., os Arquétipos Universais, Medos e Necessidades Instintivas, a Narrativas para os 3 cérebros, e que falar, mostrar ou dizer no momento da venda, da publicidade.   Um único ponto mencionado antes funciona? Sim e não. Falar o que acreditamos vai ser incoerente para alguns cérebros, então isso vai fazer você parecer estranho, como se quisesse enganá-los. Mas se o ponto estiver alinhado com o seu estudo, isso vai começar a funcionar para você.   Neurovendas Neurovendas é o uso da neurociência e outras ciências para entender e otimizar o processo de vendas, focando em como se conectar mais rapidamente com o cliente, desgastar-se menos e ser mais honesto, utilizando princípios como atenção, emoção e memorização para influenciar na decisão de compra.   Onde se aplicam? Aplica-se a um discurso de venda um a um, um a vários, por redes sociais, por chatbots e agora será por agentes de IA. Mas reparem que hoje em dia quem não tem uma pessoa disponível para responder mensagens pelo Instagram Messenger e WhatsApp, um chatbot por exemplo, está perdendo dinheiro, claro que não se pode dizer qualquer coisa porque senão não faz diferença. Mas hoje em dia não se pode fazer com que um processo de venda seja 100% controlado, já foi vendido por chatbots, mas de repente podemos fazer com que 15% seja controlado por um bot, como por exemplo simplesmente: Obrigado por nos contatar, que bom que você está interessado em um curso de Aleksis Anez, meu nome é Julian… Embora este ano começam as mudanças porque esse 15% está aumentando muito com os novos assistentes de IA que vamos vender este ano a partir de fevereiro. Bom, a seguir vou utilizar vários elementos explicados anteriormente para que você possa ter um bom aprendizado deste artigo. Lógico e cuidado!, isso vai depender de várias variáveis do seu público, mas no meu caso foi o que conseguimos entender após uma pequena análise do nosso alvo no México, Equador e Colômbia. Você deve ter muito cuidado para não querer entender de uma forma superficial; é necessário aprofundar um pouco no inconsciente coletivo do seu alvo. Existem poucas coisas pelas quais seus clientes (inconsciente coletivo) realmente estão interessados, e é o valor inconsciente, ou seja, o que seu produto significa para aquele setor que você está buscando vender. Assim como a Coca-Cola vende felicidade, os bancos poderiam vender poder.   E, por sua vez, vender um a um ou por redes sociais, você deve saber: Primeiro, quais répteis (são 12 reptilóides que todos nós, seres humanos, temos) você deve ativar (máximo 3) para ter um movimento positivo para a venda. Segundo, para então saber quais emoções você deve ativar em seu cliente. E terceiro, que explicação inteligente seu cliente terá para poder explicar por que te comprou.   Escuta

4 Tendências de Marketing Digital para Pequenas Empresas em 2025

Se você é dono de uma pequena empresa, sabe que acompanhar as mudanças no marketing digital pode parecer uma montanha-russa. Mas calma, porque 2025 chegou e trouxe com ele uma série de oportunidades pra você não perder nada! Neste post, vamos te mostrar 4 tendências quentes que podem transformar sua presença no digital. Pegue o seu café, aperte os cintos e vamos lá: 1. A inteligência artificial nos anúncios pagos Seja no Google, no TikTok ou nos anúncios da Meta (Instagram e Facebook), a IA chegou pra dominar em 2025. Ela faz o trabalho pesado, ajustando lances, segmentando público e até prevendo comportamentos de compra. Com isso, a expectativa é gerar mais resultados gastando menos tempo e dinheiro. Porém, tem um detalhe: não adianta só apertar botões. É preciso criatividade para criar anúncios que realmente chamem atenção, conhecimento dentro das plataformas e tempo para analisar os resultados. 2. Conteúdo que educa e entretém: o tal do “edutainment” Sabe aquela combinação irresistível de aprender algo novo enquanto se diverte? Pois é, esse tipo de conteúdo é muito recomendado para as suas redes! Em 2025, um dos segredos para engajar nas redes sociais será criar conteúdos educativos e criativos: vídeos curtos, reels, enquetes e tudo que entrega valor enquanto mantém o público entretido. 3. Fidelizar clientes: o ouro escondido no seu CRM A verdade é que conquistar clientes novos custa caro. Então, por que não investir em quem já conhece sua marca? CRM e estratégias de fidelização serão fundamentais em 2025. Pequenas ações, como enviar ofertas personalizadas ou lembrar do aniversário dos clientes, fazem toda a diferença. E aqui vai o melhor: com ferramentas de automação, dá pra fazer tudo isso sem esforço. Você já tem um CRM implementado na sua empresa? 4. Microcomunidades e conexões locais Pequenos empresários têm uma vantagem incrível que os gigantes não conseguem: conexão direta com a comunidade. E em 2025, as marcas que explorarem isso vão se destacar. Grupos no Whatsapp, hashtags locais, parcerias com influenciadores da região… Tudo isso ajuda a criar relacionamentos reais e duradouros. Imagina ser a primeira marca que vem na cabeça quando o cliente precisa do que você vende ou fazer sua marca ser o nome mais comentado do bairro ou da cidade? Pronto pra levar sua empresa ao próximo nível em 2025? Essas são algumas tendências que estão mudando o jogo e abrindo as portas do marketing digital para pequenas empresas. Quais delas você já aplica no seu dia a dia?   Renan Spindola é sócio da Titam Marketing Digital, Networker Nato e membro da equipe Rne Conexão